
02 - Salvadores de Oestend
A Flor da pele
A vida na pradaria nunca foi fácil, mas agora Oestend em si parece empenhada em destruição.
Banido do BarChi pelo homem que ama, Dante Pane deve encontrar uma maneira de reconstruir sua vida e curar seu coração partido. Incapaz de amar as mulheres, com medo do amor dos homens, Dante só quer encontrar um pouco de paz.
Mas a paz é difícil de encontrar em Oestend. A casa nova de Dante cheira a morte, ele não consegue manter as mãos do rancho na linha, e sua nova cozinheira está tomando conta de sua casa. Como se isso não bastasse, ocorrências estranhas afligem a pradaria ‒ animais mortos, tempo anormal e vozes montando o vento. Dante está determinado a perseverar, mas logo fica claro que há mais em jogo do que seu rancho. Todos em Oestend estão em risco, a não ser que alguém possa acertar as coisas.
Com a ajuda de seus fiéis peões, Frances e Simon, e a força combinada de amigos, antigos e novos, Dante vai lutar por sua vida, sua casa, e o coração da pessoa amada.
Comentários
Fabí: Eu comentei no livro anterior que a história era diferente, pois bem, esta é totalmente surreal, mas isto não quer dizer que ela deixa de ser ‒ digamos ‒ interessante. MS escreve muito bem como sempre, seu enredo um tanto quanto incomum apenas me surpreendeu. Grandes surpresas... Selecionei uma parte que meio que resume o livro, para mim pelo menos:
... Nós sabemos que todas as coisas estão conectadas, misturando-se uma na outra, tudo parte de um todo. Entre preto e branco estão todos os tons do arco-íris. Entre a terra e o céu há vento, chuva, nuvens e espectros. Entre o certo e o errado há uma centena de intermediários...
Angéllica: Sim... a frase é muito importante como lição para a vida. Com relação a todo este livro, só posso dizer que o chá de cogumelos que a autora tomou foi forte. Kkkk. Caracas que foi forte!







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